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Ser Voluntário: dar, receber e aprender!

“Ser voluntário é muito mais do que ajudar. É dar, mas também receber e aprender!”

Nome: Joana Brandão Borges

O que faz na Jason Associates: Argonauta em Outsourcing In House na Hewlett Packard Enterprise, enquanto HR Internal Communications

Já falámos das razões que nos levaram a mostrar o lado solidário das nossas pessoas. É algo que faz parte da nossa cultura, dos nossos valores e dos nossos objetivos, mesmo quando estes não passam diretamente pelos nossos escritórios. Sabemos que é algo que está igualmente intrínseco naqueles que escolhemos para serem parte da nossa equipa, como é o caso da Joana. Começou na Jason Associates, na área de Comunicação e Marketing, com o fit perfeito para nós e que não escapou aos olhos de um dos nossos clientes.

Já há dois anos que faz parte da equipa de comunicação interna da HP, mas o seu coração permanece argonauta! Por sabermos de que é feito o seu ADN, falámos com a Joana para dar a conhecer o seu lado Solidário.

  1. Que tipo de voluntariado fazes e desde quando?

Desde muito pequena que faço voluntariado. Desde ajudar diversas instituições de solidariedade na recolha de bens alimentares e de higiene para a AMI, ajudando na publicidade e na organização de eventos da APDPk (Associação Portuguesa dos Doentes com Parkinson), passando por dar aulas de empreendedorismo através da Junior Achievment e atualmente pertenço ao Grupo de Embaixadores de SSI (Social and Sustainability Innovation) da Hewlett Packard Enterprise, onde, ao longo do ano, desenvolvemos um conjunto de ações de caráter ambiental, económico e humano junto da nossa comunidade (Oeiras).

  1. Porque decidiste ser voluntária?

Ser voluntário é muito mais do que ajudar. É dar, mas também receber e aprender! É uma experiência de vida que nos faz ver mais além do que o nosso quotidiano por vezes nos permite. Ajudar o próximo é algo que devia ser inerente à condição humana e essa ajuda por ser de várias formas: monetária, comportamental, ambiental, entre outros. O saber que posso ser útil a ajudar a fazer da vida de alguém diferente ou de um lugar melhor foi, desde cedo, o fator primordial para fazer voluntariado. 

  1. Desde que começaste o que mais te marcou?

Uma das experiências mais diferenciadoras e ao mesmo tempo mais marcante foi a minha experiência enquanto Professora Voluntária na Junior Achievement. Durante 2 meses estive alocada a uma turma de 7º ano (uma turma problemática) na Escola Secundária da Cidadela (Cascais) a lecionar conceitos de Empreendedorismo, através do projeto “Economia para o Sucesso”. O objetivo deste projeto baseia-se, de forma sintática, em fornecer conceitos sobre o mundo do trabalho através de informação prática sobre finanças pessoais, assim como identificar objetivos de educação e carreira baseados em interesses e valores.

O que mais me marcou ao longo desta experiência (além, claro, de ter sido a minha primeira experiência enquanto professora e poder estar também, desta vez “do lado de lá”) foi o fato de, ao fim de dois meses sair com a certeza que conseguimos inspirar e preparar jovens (muitos deles que se sentem perdidos e não são aceites na sociedade atual) para a economia global.

Ensinamos aos alunos como iniciar um negócio que crie trabalho, passámos valores empreendedores que fortalecem o mundo dos negócios e acima de tudo fizemos-lhes acreditar no seu infinito potencial enquanto jovens!

  1. Sentes que o facto de fazeres este tipo de ação mudou algo em ti? O quê e porquê?

Através da responsabilidade social corporativa, as empresas e os seus colaboradores envolvem-se na transformação da sociedade, procurando soluções para os grandes problemas atuais. Isso é algo que para mim, não só pela função profissional, mas pelos meus valores pessoais, é crucial para a sociedade atual onde vivemos. Fazer voluntariado desenvolve-nos intrinsecamente, ajuda-nos a descobrir mais sobre nós e sobre as nossas paixões, ajuda a desenvolver competências no local de trabalho, dá-nos energia e salienta-nos valores positivos e tão importantes como o compromisso, a generosidade e a entrega.

  1. Recomendarias/aconselharias alguém a fazer o mesmo? Porquê?

Claro que sim. Mais do que recomendar sinto que é um dever enquanto cidadão colocar em prática o espírito voluntários, porque na verdade, seja em pequenas ou em grandes ações, todos temos um dento de nós!

Para alguma questão sobre este tipo de voluntariado: hed@jasonassociates.com

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