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Briefing e Jason Associates falam sobre felicidade

“PESSOAS FELIZES FAZEM MARCAS FELIZES?” foi o mote escolhido pela revista Briefing para a sua edição de setembro, como forma de assinalar o seu 8º aniversário e, de maneira a ter diferentes perspetivas sobre o tema falou com gestores, marketeers, investigadores, produtores e criativos de várias empresas, incluindo a Jason Associates.

Para Helena Águeda Marujo, doutorada em psicologia e docente do ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas), onde ainda secretaria o Mestrado em Políticas de Desenvolvimento dos Recursos humanos, “a felicidade não deve corresponder somente a uma dimensão utilitarista, pois esta oferece apenas a possibilidade de ser satisfeita através de comportamentos individualistas e do consumo de bens privados, mas precisa da dimensão autorrealizadora e eudaimónica, que exige relações em gratuidade” e a Jason Associates concorda. Enquanto empresa de gestão de talento não só tem a crença de que “Pessoas felizes fazem mais, melhor e durante mais tempo”, como acredita e defende que, nas palavras de Hugo Barreto, Marketing & Communication Manager, “a felicidade corporativa impacta a produtividade, logo, a felicidade dos consumidores”.

Para a Jason Associates “a felicidade interna das organizações deve ser pensada estrategicamente, desde o recrutamento e seleção das pessoas, garantindo o máximo fit com a cultura da empresa, à sua integração e permanência”, nunca esquecendo que esta “depende tanto dos líderes, como de cada um dos trabalhadores, podendo ser treinada diariamente, e adquirida a partir de pequenas coisas, gestos e momentos”.

Além disso, a somar a esses factos, esta felicidade corporativa “só acontece pela enorme maturidade dos colaboradores e da empresa ao perceberem quais os limites de cada um; quais os ‘momentos sagrados’ da sua vida, que a empresa tem de respeitar, porque sem eles a pessoa não é feliz; quais os momentos que são críticos para a organização, em que todos são chamados a remar com força; qual o papel de cada um e o que é esperado em cada ciclo, que percurso estamos a co construir para que a experiência seja gratificante para ambas as partes, além do respeito, valorização e realização”.

Enquanto empresa cujo foco são os talentos, a Jason Associates defende que um dos indicadores reais da felicidade corporativa de uma organização é a retenção das suas pessoas, “uma vez que é menos provável que uma pessoa satisfeita com o seu trabalho abandone a empresa onde está”. Além de que, como refere Hugo Barreto, em conversa com a Briefing, “quando temos equipas motivadas, estas produzem mais, têm mais ideias, são mais proactivas, estão mais dispostas a dar o “extra mile” e tornam-se as “embaixadoras” da marca, promovendo-a quer para atrair novo talento, quer o próprio serviço / produto. Um pensamento que parece estar em consonância com o que dizem outras pessoas, como é o caso de António Pires de Lima (gestor e antigo CEO da Unicer), que ao falar sobre a sua experiência com a Briefing, afirma que “pessoas motivadas, mobilizadas, perseguindo ideais coletivos de uma forma muito empenhada saltam mais facilmente da cama, suportam melhor as agruras de chegar ao trabalho todos os dias”.

No que diz respeito à associação da felicidade com a produtividade e competitividade das empresas, para a Jason Associates “a produtividade das empresas é diretamente impactada pela qualidade da relação que consegue estabelecer com os colaboradores” e torna-se uma “vantagem, principalmente no que diz respeito à chamada ‘guerra do talento’”, uma vez que, como se falou em conversa com a Briefing, “há cada vez mais empresas a procurarem posicionar-se como um ‘best place to work’ precisamente para aumentarem o seu poder de atração junto do talento. A comunidade passou a ter este aspeto em linha de conta quer na perspetiva de consumidor, quer de talento à procura do seu espaço”. Também neste aspeto, se encontram opiniões similares, como é o caso de Adelino Cunha, CEO da Solfut, (happy boss de 2016) que defende que “com felicidade há mais liberdade, mais inovação, mais criatividade, mais disponibilidade, mais relação com os clientes e, como resultado, mais e maiores vendas”.

Ao longo dos anos, a Jason Associates, empresa 100% portuguesa, à semelhança de outras marcas, mas para um público diferente, tem construído e divulgado algumas ações com o objetivo de impactar o dia de clientes e pessoas, assim como contribuir para a sua felicidade. Por esse motivo este ano, duas ações aconteceram, com o objetivo de sensibilizar as pessoas para o facto de haver pequenos gestos e momentos, todos os dias, que podem provocar felicidade, e a Briefing quis saber mais sobre elas:

Dia Internacional da Felicidade

videofelicidade

Celebrado a 20 de março, o Dia Internacional da Felicidade tem chamado à atenção de algumas empresas de vários setores e, desta vez, alguns clientes da Jason Associates, já despertos para a temática da felicidade “quiseram ser parte da divulgação da crença de que por vezes, é através de pequenos gestos e momentos que a podemos encontrar a felicidade, quer na vida pessoal ou profissional”. EDP, José de Mello Saúde, L’Oréal Portugal e SCC – Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, juntaram-se à consultora numa curta metragem criada pela Argo Productions, produtora audiovisual independente, que nasceu na Jason Associates, para partilhar com o público, a convicção de que “Pessoas felizes fazem mais, melhor e durante mais tempo”.

Dia do Vizinho

Dia Europeu dos Vizinhos

No dia 27 de maio, uma compota e um cartão com uma mensagem a todas as empresas na zona envolvente dos seus escritórios, em Lisboa e no Porto, foi o “mimo” escolhido pela a Jason Associates, como símbolo de boa vizinhança e partilha de um momento de felicidade entre os colaboradores das organizações. “Porque mais uma vez são os pequenos gestos que valem a pena”, a consultora deixa no ar a questão de “quantas serão as pessoas ou mesmo empresas que com o ritmo de trabalho que têm se esquecem de parar e olhar para o lado, apenas para felicitar alguém, ou ter um gesto de apreço”.

“PESSOAS FELIZES FAZEM MARCAS FELIZES?” é não só a questão que nos faz abrir esta edição da Briefing, como todo o seu conteúdo faz pensar em que, de facto, ao fim do dia, o que mais importa é mesmo sermos felizes de A a Z, que na nossa vida pessoal, como profissional. Todas as pessoas, de qualquer que seja a empresa ou organização são um todo, e estes seus dois lados influenciam-se mutuamente impactando no seu bem-estar e felicidade diários, pois afinal, “Pessoas felizes fazem mais, melhor e durante mais tempo”.

Sara Lajas de Oliveira | slajas@jasonassociates.com

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