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Be global, that’s an attitude

Be Global, ou Ser global é, acima de tudo, uma questão de atitude e de sobrevivência num mundo cada vez mais dinâmico. Como é que esta nova forma de estar vai afetar as nossas empresas? A sua empresa está preparada? Que medidas prevê implementar já em 2016?

Vivemos num mundo cada vez mais global e integrado. O mundo está a encolher e todos os dias vemos sinais do encurtar das distâncias. Hoje, temos reuniões com o passado e o futuro em simultâneo, pessoas em geografias tão distantes que temporalmente podem estar em dias diferentes. Hoje, olhamos para o mundo como um só, apesar da grande diversidade de culturas, formas de pensar e de resolver um mesmo desafio. Hoje, estamos motivados para frequentar programas de formação em qualquer ponto do mundo que garantam aprendizagem de qualidade e experiências únicas. Tudo acontece aqui e agora, mesmo que a milhares de quilómetros de distância. Hoje, temos amigos espalhados pelo mundo que muitas vezes pouco ou nenhum contacto pessoal tivemos. As únicas verdadeiras barreiras que continuam a existir são os Estados e mesmo estes, de certa forma, são postos em causa quando representam um obstáculo à circulação de ideias, negócios, pessoas, entre outros. O mote é, definitivamente: be global, ser global e esta forma de estar, traz impactos significativos para as nossas empresas.

A Jason Associates está presente em Angola, Moçambique e no Brasil e esta presença permite-nos acompanhar muito de perto esta tendência. Apesar de serem três realidades com contextos geopolíticos, económicos, sociais e culturais muito diferentes, vivem também elas o efeito desta atitudeBe Global. Independentemente da geografia é fundamental, em primeiro lugar, não ignorar esta nova realidade ou considerar que se trata de um movimento de outros contextos e que só nos afetará num futuro longínquo.

A chegada ao mundo laboral da geração Y e Z vem agudizar ainda mais esta necessidade. São gerações confiantes, otimistas, empreendedoras e que estão social e permanentemente ligadas ao mundo. Buscam informação em vários formatos e têm uma forte preocupação social.

O que esperar deste “Be Global” em 2016? Alguns exemplos …

  • Os talentos vão querer ser contactados digitalmente – esqueça as feiras de emprego como a derradeira forma se conhecerem;
  • A concorrência é global – o talento estará interessado em oportunidades em Luanda, no Dubai, em Nova York e no Rio de Janeiro;
  • A referenciação é fator de decisão – os talentos pedem referências e se quer ter os melhores terá que se preocupar com o Employee Value Proposition;
  • Os processos de coaching vão ser postos à prova – o talento vai querer conhecer como pode crescer e como o feedback é estruturado e valorizado na sua empresa;
  • Horário rígido e local de trabalho fixo vão ser questionados – os talentos querem acrescentar valor à sua empresa e querem ter a liberdade de o poder fazer conjugando com um sem número de outras dimensões da sua vida;
  • Os talentos não têm nacionalidade – prepare-se para ter candidatos de várias partes do mundo se ambicionar ser uma empresa de referência.

Ficou curioso e quer saber mais sobre a preparação da sua Organização, em qualquer uma das geografias, para o “Be Global” já em 2016?

hed@jasonassociates.com

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